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Campanha salarial começa com RESISTÊNCIA

Trabalhadores/as compareceram em peso ao encontro para organizar a luta em defesa de direitos
Unificados

Trabalhadores/as químicos de diversas fábricas das regiões de Campinas e Osasco reuniram-se no Cefol Campinas no último diz 26/08 para debater a conjuntura político-econômica e encaminhar o indicativo de pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2018, que tem sua data base em 1º de novembro.

No encontro, com ampla participação, os/as companheiros/as definiram que a prioridade será a manutenção de todos os direitos conquistados em nossa Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e que nas cláusulas econômicas iremos batalhar para que o reajuste vá além da reposição das perdas inflacionárias, garantindo aumento real de 5%. Segundo a assessoria econômica do Unificados, a previsão é de que a inflação atinja 4% na data base.
Este indicativo será encaminhado pelo Unificados à Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo (Fetquim), que realizará um seminário com todos os sindicatos para a definição da pauta de reivindicações que será apresentada aos patrões.

Contexto político
A direção do Unificados destacou que não há outra saída a não ser a resistência e unidade na luta com o sindicato. Os patrões estão loucos para mexer em cláusulas da CCT que protegem os/as trabalhadores de jornadas exaustivas, que garantem benefícios a mais do que os previstos pela CLT. Virão para cima com amparo das mudanças nas leis trabalhistas e o cenário de crise que ajudaram a criar no país a partir do golpe.
Hoje, somando-se o número de desempregados com os que desistiram de procurar emprego (desalento) e os que estão em empregos precários (bicos, contratos de 4 horas), o Brasil tem 27 milhões de pessoas que querem trabalhar e não conseguem.

Se votou, não volta!
Em outubro, teremos eleições. Boa parte dos candidatos tanto à Câmara dos Deputados, como Senado e mesmo à Presidência, votaram a favor da retirada de direitos da classe trabalhadora. Marta Suplicy (MDB), José Serra (PSDB), Airton Sandoval (MDB), Bruna Furlan (PSDB), Carlos Sampaio (PSDB), Luiz Lauro Filho (PSB), Roberto Alves (PRB), Vanderlei Macris (PSDB) e seus respectivos partidos não merecem nenhum voto de trabalhador/a – nunca mais!

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