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Acordo garante 6% de reajuste e PLR nas empresas químicas de Campinas

As empresas químicas de Campinas e região que ainda não reajustaram salários dos/as trabalhadores/as deverão aplicar 6% de reajuste retroativo a 1º de novembro, data base da categoria e em 1º de junho aplicar mais 2,5%. Além disso, estão obrigadas a pagar a Participação sobre os Lucros e Resultados (PLR) integralmente.

É o que determina um acordo firmado hoje (03/05) entre o sindicato e os patrões após reunião conciliatória realizada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo. Esta reunião faz parte do processo de dissídio coletivo instalado pela bancada patronal após a recusa dos/as trabalhadores em aceitar o parcelamento do reajuste na campanha salarial 2016.

Com isso, a Justiça irá julgar a aplicação dos 2,5% devido aos trabalhadores entre novembro de 2016 e maio de 2017. Ainda não há data prevista para este julgamento definitivo. É importante destacar que o termo aditivo assinado hoje não se aplica às empresas que já fizeram acordos diretamente com o sindicato.

Luta e conquistas nas fábricas
A Regional Campinas travou luta em diversas fábricas químicas para que o reajuste de 8,5% fosse aplicado de uma vez só. Conquistamos este percentual integral nos acordos diretos em mais de 120 fábricas, mas parte das empresas optou por segurar os reajustes até desfecho do processo de dissídio. Com a decisão de hoje, serão obrigadas a reajustar em 6% retroativo a 1º de novembro de 2016 e a pagar a PLR.

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