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Campanha Salarial 2003


20% para repor inflação mais aumento real

INPC do IBGE aponta inflação de 16,15% de 01 de novembro de 2002 a 31 de outubro de 2003, nossa data base. Produção industrial sobe pelo terceiro mês seguido.

Patrões querem pagar:

*16% de reajuste sobre o salário base de novembro de 2002, inclusive sobre o piso que passaria a R$ 520,60. Para salários acima de R$ 4.500,00 o reajuste teria o valor fixo de R$ 720,00;

*8,5% de reajuste sobre a PLR Participação nos Lucros e Resultados, cujo valor mínimo seria de R$ 380,00.

As nossas reivindicações:

*20% de reajuste sobre o salário base de novembro de 2002, para reposição da inflação e aumento real a título de produtividade;

*R$ 1.500,00 como valor mínimo de PLR

ASSEMBLÉIA GERAL

Dia 14 de novembro – às 18:30 hs

*Campinas: Av Barão de Itapura, 2022, Guanabara

*Osasco: Pça Joaquim dos Santos Ribeiro, 265, km 18

*Vinhedo: Rua Ricardo Braghetto, 36, Centro

Vamos avaliar os resultados da mobilização, da luta fábrica por fábrica e decidir os rumos de nossa Campanha Salarial/2003.

Decisão da categoria em assembléia do dia 31:

Se o patrão radicalizar, GREVE NELE!!!

Na mesa de negociações na Fiesp – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo não sairá mais nada. Os representantes dos patrões já bateram o martelo, disseram que não vão um centavo além dos 16% e que não sentam mais para negociar.
Reunidos nas assembléias realizadas no dia 31 de outubro nas regionais de Campinas, Osasco e Vinhedo do Sindicato Químicos Unificados, os(as) trabalhadores(as) decidiram, com muita razão, que não aceitam um reajuste salarial que só cubra a inflação. E decidiram também manter a exigência de aumento real de salários por conta da crescente produtividade nas empresas, o que também está comprovado pelo IBGE (veja abaixo).

A justa luta no chão de cada fábrica

Nessa mesma assembléia, a companheirada decidiu que a partir de agora a luta será no chão de cada fábrica, local onde diariamente ralamos duro para produzir lucro para o patrão. Se é aqui que trabalhamos, é aqui que vamos lutar e exigir nossos direitos.
E se o patrão se colocar intransigente e radical e não quiser abrir negociação ou insistir em arrochar nosso salário, vamos paralisar a produção pelo tempo que for necessário.

Empresas buscam sindicato para negociar

Muitas empresas, já pressionadas pela organização e mobilização de seus trabalhadores, entraram em contato com o sindicato e abriram negociação. Com essas, as conversas estão avançadas e estão sendo negociados índices de reposição salarial até mesmo acima da inflação, ou seja, com aumento real.
É preciso se lembrar que do índice de reajuste que agora for negociado haverá o desconto da porcentagem já antecipada por cada empresa em nossa Campanha Salarial Emergencial realizada no meio deste ano.

“Produção industrial sobe pelo terceiro mês”

Esse é o título dos jornais no dia 6 de novembro, no qual divulgam estudo do IBGE que a produção nas empresas aumentou 4,3% em setembro em relação ao agosto, sendo o maior índice nos últimos 17 meses. E esse crescimento ocorreu em todos os setores, em todas as categorias. “Isso é sinal de que a expansão (o crescimento da produção) será sustentada e duradoura, não dependendo de um ou outro setor”, afirma Paulo Levy, economista do Ipea Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. O setor farmacêutico foi um dos que mais cresceram.
Portanto, é absolutamente justa e correta nossa luta por um aumento real de salário com base no crescimento da produtividade nas empresas.

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