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ASSEMBLEIA DECIDE: Aceitar acordo como mínimo e manter luta para avançar mais

As trabalhadoras e trabalhadores em assembleia na Regional de Osasco, no dia 12, e nas regionais de Campinas e Vinhedo, dia 14, por votação maciça, decidiram por aceitar a contraproposta patronal na campanha salarial/2010, mas manter a luta para conquistar maior aumento real e avançar nas reivindicações específicas.

Assembleia vota e aprova acordo da campanha salarial 2010, na Regional Osasco, dia 12/11/10

Assembleia vota e aprova acordo da campanha salarial
2010, na Regional Osasco, dia 12/11/10

Todos os demais sindicatos químicos do estado de São Paulo já haviam feito assembleias e decidido pela assinatura do acordo.


Neste ano, o maior
aumento real na década

No novo acordo coletivo, assinado dia 16 de novembro conforme deliberação da assembleia, o reajuste salarial é de 8% para quem recebe até R$ 6.276,71 mensais. Isto representa um aumento real de 2,62%, o maior aumento real conquistado pela categoria na década. Ele se situa na faixa entre os mais altos índices recebidos pelas diversas categorias profissionais no ano, no país.

O peso do Unificados

Assembleia vota e aprova acordo da campanha salarial 2010, nas regionais Campinas/Vinhedo, dia 14/11/10

Assembleia vota e aprova acordo da campanha salarial
2010, nas regionais Campinas/Vinhedo, dia 14/11/10

A conquista deste aumento real significativo se deve muito ao Sindicato Químicos Unificados que, tanto nas negociações em São Paulo como em conjunto com os(as) trabalhadores(as) nas mobilizações nas fábricas, fez muita pressão junto à patronal.

Sem esta decisiva participação das trabalhadoras e trabalhadores da base do Unificados o aumento real seguramente seria menor.

Inflação na data base

A data base da categoria é 01 de novembro, a partir da qual todos os itens do novo acordo coletivo estão em vigência.

A atual campanha salarial abrangeu o período de 01 de novembro de 2009 a 31 de outubro de 2010, que apresentou a inflação acumulada de 5,38% nestes doze meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O novo acordo coletivo

Assim ficaram as cláusulas econômicas no novo acordo coletivo:

    Reajuste salarial de 8% até o teto de R$ 6.276,71. Além deste valor o aumento é fixo em R$ 501,24.

    Aumento no piso salarial de 9,2%, que passou para R$ 890,00.

    10% de reajuste no valor mínimo da participação nos lucros e resultados (PLR), que ficou em R$ 660,00.

Todas as demais cláusulas, de caráter social, estão mantidas.

Luta já garante acordo melhores

Além das reivindicações comuns à toda categoria na campanha salarial, o Unificados e os(as) trabalhadores(as) apresentaram pautas específicas por empresas. Em algumas já foram assinados acordos em condições superiores às do coletivo.

PVTEC

Assembleia na PVTEC, em Campinas, dia 08/10/10

Assembleia na PVTEC, em Campinas, dia 08/10/10

Na Pvtec Polímeros, em Campinas, o aumento salarial é de 10% (2% acima do coletivo), o que leva ao aumento real de 4,62%, para quem ganha até R$ 2.300,00 e 9% para quem ganha acima deste valor. Reajuste de 11,36% no piso (2,16% acima do acordo coletivo), que passa a ser de R$ 980,00. A PLR é de R$ 850,00.

Kronos

Assembleia na Kronos, em Vinhedo

Assembleia na Kronos, em Vinhedo

Na Kronos Indústria de Abrasivos Ltda., em Vinhedo, o reajuste salarial é de 10% (superior em 2% ao coletivo. PLR de R$ 1.000,00, um reajuste de 25% em relação a 2009. Aumento real no valor do tíquete alimentação. Conquista de estabilidade de um ano para os trabalhadores integrantes da comissão de negociação específica da campanha salarial.

HidroAll

Assembleia na HidroAll, em Valinhos, dia 08/11/10

Assembleia na HidroAll, em Valinhos, dia 08/11/10

Na HidroAll do Brasil Ltda., em Valinhos, o piso salarial ficou em R$ 932,00. A PLR em R$ 900,00. Transporte para todos trabalhadores. Implantação de plano de cargos e salários em janeiro.

Fique atento. A luta continua!

Para o Sindicato Químicos Unificados, todo dia é dia de lutar por direitos da classe trabalhadora. Somando isso à decisão das assembleias de aceitar o acordo coletivo como o patamar mínimo e manter viva a mobilização, mais o exemplo das conquistas maiores já obtidas nos acordos específicos, o recado é: Fique atento. A luta continua!

Em diversas fábricas as companheiras e companheiros continuam firmes, organizados e exigem mais avanços.

Onde houver disposição, o Unificados estará presente. Converse com a companheirada. Mantenha o clima. Pare e participe ativamente das assembleias, que terão continuidade com muita força e muita pressão sobre a patronal para garantir a conquista das reivindicações.

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