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EMS Farmacêutica tem produção parada por duas horas em pressão por maior aumento salarial


Empresa oferece 5% de reajuste, mas trabalhadores reivindicam reajuste melhor

Os trabalhadores do segundo turno da EMS Sigma Pharma pararam a produção da farmacêutica por duas horas na tarde de hoje (17 de novembro), em mobilização para pressionar por um reajuste salarial maior na campanha salarial 2006. O primeiro e o terceiro turno também farão assembléias nas próximas horas e poderão tomar a mesma decisão.

A data base da categoria é 1º de novembro, e na negociação na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) a patronal do ramo químico propôs o índice de 3,5% de reajuste. Com a inflação oficial de 2,71% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) nos últimos doze meses (01 de novembro de 2005 a 31 de outubro último), os trabalhadores teriam um aumento real nos salários de 0,79%. Na campanha salarial é reivindicado um reajuste de 10%.

Como a patronal radicalizou e encerrou as negociações na Fiesp, os trabalhadores deram início à tática da luta fábrica por fábrica com o objetivo de conquistar melhores acordos específicos. Sob pressão dos trabalhadores, isso já foi conquistado em várias empresas (veja relação mais abaixo).

A EMS Sigma Pharma sinalizou para um reajuste de 5%, mas os trabalhadores não aceitaram esta proposta. Com a paralisação de hoje, a empresa agendou com o sindicato uma reunião para o próximo dia 22 para novas negociações.

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