Sindicalistas, movimentos populares ligados à saúde e profissionais da área denunciam que o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) da Regional Campinas está em processo de abandono pela Prefeitura de Campinas, que recebeu verba de R$ 1,5 milhão do governo para o órgão e não a aplicou como deveria. Entendem os sindicalistas que esta situação é parte integrante de um projeto que visa a privatização em Campinas e região dos serviços públicos de saúde.
Segundo as denúncias, faltam médicos em diversas áreas e os equipamentos e instalações estão em deterioração, o que está inviabilizando ações de vigilância e de atendimento médico em defesa da saúde do trabalhador, que é o objetivo do Cerest.
Ato em 01 de outubro
Para denunciar publicamente este atentado contra a defesa da saúde da classe trabalhadora em Campinas, diversos sindicatos e movimentos sociais e de profissionais e militantes da área da saúde, organizaram o Movimento em Defesa do Cerest Campinas e realizaram um ato público em 01 de outubro, em Campinas, na praça da Catedral.
O movimento unitário em defesa do Cerest questiona a administração municipal por estar recebendo em audiências representantes de empresas fiscalizadas pelo órgão, mas sem convocar representantes do órgão, portanto, dos trabalhadores, para participarem.
Nestas audiências as empresas estariam fazendo pressão para que o órgão limite sua atuação em fiscalização e nos casos de acidentes de trabalho e de contaminações por produtos químicos.
Leia jornal unitário
O Movimento em Defesa do Cerest Campinas produziu um jornal com todas informações sobre o assunto, com exemplos sobre a atuação do órgão na proteção ao trabalhador, em diversas categorias, e sobre a necessidade de combater o seus desmonte.
[Download não encontrado.] para ler o jornal.
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