Como se já não bastassem os diversos desafios dos trabalhadores e trabalhadoras, como o assédio moral, máquinas com baixa manutenção e os perigos estruturais que podem causar acidentes, o calor excessivo também é um mal que pode gerar vários problemas de saúde. Na Altacoppo, em Carapicuíba, a luta contra o calor já Mas aí não dá. E quem vai se um monte gente tenho? A é histórica. Foram inúmeras cobranças do sindicato que resultaram na instalação de exaustores, mas, segundo os trabalhadores e trabalhadoras, o ar é “quente” e não ajuda na refrigeração do ambiente. Inclusive, recebemos relatos de que, recentemente, duas trabalhadoras passaram mal e desmaiaram dentro da empresa. Já na Yamá, que fica em Cotia, o calor dentro da fábrica também está gerando um enorme desconforto. E com a necessidade de usar o Equipamento de Proteção Individual (EPI), que é obrigatório, a sensação de sufoco é grande por conta da máscara e óculos. O Químicos Unificados segue cobrando estas e outras empresas. A lógica delas é a do lucro. A lógica do sindicato é estar do lado da classe trabalhadora na luta por melhores condições de trabalho.