São mais de 60 anos resistindo a uma política injusta e desumana dos Estados Unidos
O embargo econômico imposto pelos Estados Unidos contra Cuba é um instrumento de opressão, que há mais de 60 anos sufoca o povo cubano e tenta minar sua capacidade de sobrevivência. O cenário recente mostra o agravamento da crise em Cuba em meio à intensificação das pressões dos Estados Unidos, que ampliaram sanções e restrições que limitam o acesso da ilha ao petróleo e a outros recursos fundamentais.
O interesse central dos Estados Unidos é punir tanto para levar ao sofrimento à população (através da fome e da escassez), a ponto de provocar uma revolta popular contra o governo cubano. O objetivo final seria forçar uma mudança de regime para colocar no poder alguém alinhado aos interesses americanos e retomar a exploração da ilha.
É preciso denunciar essa política estadunidense injusta e desumana, pois transforma necessidades básicas em armas de pressão política. Enquanto corporações multinacionais lucram com a exploração de outros países latino-americanos, Cuba é punida por tentar construir um modelo alternativo, baseado na solidariedade e na soberania popular.
Em tempos de crise global, o exemplo cubano mostra que resistir é possível. Mas resistir não pode ser tarefa solitária. É papel dos sindicatos, dos movimentos sociais e das forças progressistas exigir o fim imediato do embargo e defender que nenhum país seja condenado à miséria por escolher um caminho diferente do que é imposto pelas potências.
A solidariedade internacional demonstra que cresce a resistência dos povos contra as sanções e as ofensivas imperialistas.