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Pressão na Sherwin-Williams!

Na manhã desta quarta-feira (07/12), trabalhadores da Sherwin-Williams Brasil Ind. Com. Ltda, realizaram assembleia com atraso de jornada para pressionar a multinacional a aplicar o reajuste sem parcelamento, retroativo à data base 1º de novembro. A fábrica, que produz tintas e vernizes em Sumaré, conta com cerca de 300 trabalhadores.

Ontem (06/12), o Unificados realizou assembleia com os trabalhadores da PPG do Brasil pelo mesmo motivo. A PPG conta com 500 trabalhadores na fábrica também localizada em Sumaré, que produz tintas automotivas.

Até o momento essas multinacionais norte-americanas ainda não atenderam a pauta de reivindicações dos trabalhadores, como fizeram mais de 100 empresas químicas localizadas nas regiões de Campinas e Osasco.

 

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Motivo: intransigência!
As multinacionais instaladas no Brasil são as que tem condições de aplicar o reajuste 100% na data base, porém são exatamente os patrões destas empresas que rebaixaram a proposta da bancada patronal, introduzindo o parcelamento do reajuste nesta campanha salarial.

O segmento de tintas, por exemplo, apresenta um faturamento na casa de bilhões. Para se ter uma ideia, segundo dados da Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas, em 2015 a produção brasileira alcançou 1,318 bilhão de litros de tinta, o equivalente a um faturamento de R$10,174 bilhões. Além disso, os dez maiores fabricantes respondem por 75% do total das vendas.

Luta é na porta das fábricas!
Os patrões que não atenderam nossa pauta de reivindicação estão instalando dissídio. Ou seja, levando à Justiça do Trabalho a decisão sobre nosso reajuste. A nossa luta é na porta da fábrica, com a mobilização da companheirada pelo reajuste sem parcelamento e no percentual mínimo de 8,5% (inflação acumulada no período segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor, o INPC). Muitas empresas já cederam. Não vamos deixar para a Justiça, que demora quatro, cinco meses, definir nosso percentual de reajuste! Os patrões que intalaram dissídio ainda correm o risco de dar um tiro no pé porque a Justiça do Trabalho costuma a aplicar o reajuste integral, sem o teto.
 

 

 

 

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