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APROVA

Farmacêuticos discutem reivindicações

Categoria aprova indicativo de pauta que será levada à Fetquim. Prioridade é impedir aplicação da reforma trabalhista.

Trabalhadores de fábricas farmacêuticas de Campinas, Osasco e regiões aprovaram no dia 25/02 uma proposta de pauta de reivindicações para a Campanha Salarial 2018 que será debatida e fechada com os demais sindicatos que compõem a Fetquim – Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico do Estado de São Paulo. Neste ano, discutiremos com os patrões apenas as cláusulas econômicas que definem os percentuais de reajuste sobre o piso, salários, benefícios de alimentação e Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

ESTUDO

As projeções para a data base em 1º de abril indicam que a inflação será em torno de 2%. A proposta discutida no encontro de trabalhadores contempla a reposição das perdas inflacionárias ocorridas entre 1º de abril de 2017 e 31 de março de 2018 mais aumento real, o que resultaria em torno de 5% de reajuste.

Defesa da CCT

Durante o encontro, os/as trabalhadores/as também discutiram a importância de estar junto com o sindicato para impedir que os patrões imponham mudanças na rotina de trabalho que interfiram em direitos garantidos pela nossa Convenção Coletiva de Trabalho.

Setor farmacêutico vai bem, obrigado!

Na comparação com 2016, as vendas de remédios cresceram em reais 11,7%, sendo que entre 2014 e 2017 o crescimento foi muito acima da inflação, 35%. Em 2017 o faturamento foi de R$ 56,8 bilhões. Toda essa riqueza, no entanto, passa longe dos trabalhadores que de fato a produzem.

ECONOMISTA

Impedir a implantação da reforma trabalhista é prioridade

O setor farmacêutico é altamente lucrativo. Tanto é que nos últimos 10 anos as campanhas salariais resultaram em acúmulo de 10,90% de aumento real. Ou seja, garantir reajuste com aumento real não é nada difícil para os patrões da indústria farmacêutica.

A movimentação de algumas empresas como Eurofarma, Biolab e EMS já nos mostra que o desafio desta campanha salarial será impedir a aplicação da reforma trabalhista. Nossa referência é a Convenção Coletiva de Trabalho, que garante direitos a mais à categoria, como por exemplo as jornadas de 40 horas semanais. Mas, a ganância das farmacêuticas é gigante. Elas tentarão quebrar as jornadas regulares para aumentar a produtividade, ignorando o fato de que somos humanos, necessitamos de convívio social e tempo adequado para o descanso. Qualquer movimentação das chefias em relação a mudanças na jornada, propostas de banco de horas, ou qualquer outra alteração, não perca tempo: procure o Unificados para organizarmos a luta e resistência, pois ao assinar qualquer acordo direto você sairá perdendo!

As propostas de “acordos diretos” tentam passar por cima de direitos históricos conquistados pela categoria farmacêutica garantidos na Convenção Coletiva de Trabalho – considerada uma das melhores entre todas as categorias profissionais.

CCT DESTAQUES

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