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Grito dos Excluídos 2020 (7)

Um ‘Grito dos Excluídos’ diferente

Todos os anos, o sindicato Químicos Unificados participa do Grito dos Excluídos, atividade que reúne todos/as que lutam contra a opressão e exclusão social no Brasil. O ato e marcha ocorrem no dia 7 de setembro, todos os anos.

Por conta da pandemia do coronavírus, a 26ª edição do Grito dos Excluídos aconteceu virtualmente, transmitindo as falas e intervenções de líderes dos principais sindicatos, centrais e associações que militam pela classe dos trabalhadores e pelos socialmente excluídos no Brasil.

Em Osasco, um ato simbólico foi realizado na Capelinha – Helena Maria. Sem causar aglomerações, um pequeno grupo esteve no local entoando falas e expondo cartazes de protesto. Estiveram presentes representantes das Mães da Chacina (mães dos assassinados numa chacina na periferia), a Pastoral de Negras e Negros, o Movimento Terra Livre e as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, entre outros.

No Brasil
Houve manifestações presenciais e virtuais em 17 estados brasileiros e mais o Distrito Federal. O objetivo, segundo os organizadores, foi denunciar os retrocessos sociais, econômicos e ambientais no Brasil do governo de Bolsonaro e seu vice, Hamilton Mourão.

O Grito dos Excluídos surgiu em 1994, a partir do processo da 2º Semana Social Brasileira da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e foi realizado pela primeira vez no ano seguinte, em 7 de setembro de 1995, em 170 localidades, com o lema “A vida em primeiro lugar”, como um contraponto ao Grito da Independência.

CAPA2

Manifestação pelo FORA BOLSONARO!

Combate à miséria e à desigualdade social e críticas ao presidente Jair Bolsonaro dominaram as manifestações do Grito dos Excluídos em ao menos 15 estados. Sob o tema “Vida em primeiro lugar”, foram registradas atividades presenciais e virtuais em todas as regiões do País na 26ª edição do ato.

Em São Paulo, os movimentos populares se reuniram na praça Oswaldo Cruz, ao lado da avenida Paulista, com balões e cruzes simbolizando as mortes provocadas pela pandemia do novo coronavírus e gritos de “Fora, Bolsonaro”.

O protesto reuniu cerca de 600 pessoas, segundo a CMP (Central de Movimentos Populares), que organiza atos do Grito dos Excluídos desde 1995. (Agência Sindical)

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