Nesse mês, que marca a luta das mulheres, a escala 6×1 afeta muito mais as trabalhadoras, que sofrem com jornada extensa, escalas desgastantes e com a falta de folga sábados e domingos. Nós, mulheres, temos muitas jornadas, além do trabalho na fábrica. Fazemos as tarefas domésticas, somos responsáveis pelo cuidado com crianças, idosos e familiares doentes, no mínimo. A vida não pode ser só trabalho! Queremos a vida com direito à cultura, lazer, afeto, ao bem viver!
Defendemos uma escala que permita mais tempo de descanso, lazer e convívio com a família e amigos A jornada 6×1, que impõe seis dias de trabalho consecutivos com apenas um de folga, prejudica a saúde física e mental das trabalhadoras e trabalhadores. Por isso, nós do Químicos Unificados defendemos que é necessário mais tempo para descanso, lazer e convívio familiar. A redução da jornada sem alterar o salarial pode garantir mais empregos e proporcionar melhor qualidade de vida. 1º…
Regional Osasco Muitos trabalhadores da Biolab relataram ao sindicato que a empresa estaria fazendo movimentações preocupantes, indicando um possível fechamento das unidades de Itapevi e Jandira. Isso porque, segundo informações dos trabalhadores, a unidade de Itapevi iria fechar em Abril, além de ter duas máquinas dessa mesma unidade transferidas para Pouso Alegre, em Minas Gerais. Já a de Jandira, os trabalhadores disseram que informações apontam para um fechamento dentro de 14 meses e que, no local, só iria funcionar…
Regional Osasco O Químicos Unificados conseguiu uma vitória importante contra a Natura. O processo teve como objetivo reconhecer problemas de saúde de uma trabalhadora que foram adquiridos por conta do trabalho dentro da empresa ao longo dos anos. A Justiça deu razão ao sindicato e a trabalhadora foi indenizada e adquiriu o direito de ter um convênio médico vitalício pago pela Natura Saúde é coisa séria! As empresas continuam colocando o lucro acima da vida. É por isso…
O Químicos Unificados intensifica as ações na porta das fábricas. Chiesi, Pfizer, Medley, EMS e Blau foram algumas das farmacêuticas que o sindicato realizou assembleias. É da mobilização junto com os trabalhadores e trabalhadoras que ganhamos força para avançarmos em nossas reivindicações, principalmente na Campanha Salarial. Neste ano, são negociadas apenas as cláusulas econômicas. Mesmo com a intensa mobilização na porta das empresas devido à campanha salarial, o sindicato continua na luta contra os problemas específicos denunciados pelos trabalhadores e…
Trabalhadoras e trabalhadores da Adere, empresa de produtos autoadesivos em Sumaré, reclamam da jornada exaustiva de segunda a sábado, com descanso somente aos domingos. Realmente é uma jornada desgastante, por isso, nós defendemos sábados e domingos livres! É preciso qualidade de vida, com mais tempo com a família e de lazer! Além disso, os trabalhadores também estão descontentes com o não pagamento do 14º salário, que vinha sendo pago como forma de bônus. A empresa pagou referente aos anos de…
A etapa municipal da 3ª Conferência de Saúde do Trabalhador e Trabalhadora, que será de 11 a 13 de abril, é organizado pela Secretaria de Saúde de Campinas em parceria com o Conselho Municipal de Saúde. O evento é direcionado para profissionais da área de saúde, sindicatos, associações, representantes de universidades (estudantes e docentes) e trabalhadores em geral. A abertura será no dia 11, às 18h, segue no dia 12 com as discussões por eixos temáticos, das 8h às 16h30…
Trabalhadores reclamam de atraso de salário, assédio moral e más condições no ambiente de trabalho Trabalhadoras e trabalhadores da empresa Premier Fragrâncias, em Paulínia, denunciaram ao sindicato péssimas condições de trabalho. Por isso, o sindicato denunciou ao ministério público e pediu fiscalização no ambiente de trabalho como forma de tentar avançar e conseguir melhorias para todos e todas. Desde que se instalou na cidade, há reclamações sobre atraso de salário, calor excessivo, assédio moral e ambiente de trabalho ruins….
O Vale Alimentação para todas as trabalhadoras e trabalhadores do setor químico começa a valer a partir de 1º de maio. O sindicato conseguiu negociar e já antecipou o benefício em várias fábricas das regionais Campinas e Osasco. Agora não tem choro nem vela! Todos os patrões terão de pagar ao mínimo R$ 170,00, que é o valor de Convenção Coletiva. Por isso, não está vinculado a metas ou exigências especificas das empresas. O impacto desse avanço histórico é injetar…